Monthly Archives: outubro, 2018

Um homem identificado como Adail Corrêa Corto, 29 anos, é suspeito de ter matado a golpes a golpes de facão, a esposa, identificada como Maria Francineide Pereira da Silva, 31 anos. Após cometer o crime, Adail recorreu ao suicídio com um tiro de espingarda. O casal deixa filhos.

O crime aconteceu na manhã desta quarta-feira (31) no povoado de São Patrício, zona rural de Cantanhede.

Os Policiais do 2° pelotão de Presidente Vargas, sob o comando do sub tenente Fernando, foram informados na tarte desta terça-feira (30), que na Rua Santa Luzia, existia uma moto sendo desmanchada, e que a mesma tinha sido roubada no Povoado Amapá, na zona rural de Nina Rodrigues, na última segunda-feira(29).

A guarnição seguiu ao local, onde foi constatado a veracidade dos fatos, porém, os indivíduos que estariam praticando o ilícito, evadiran-se do local, quando avistaram a viatura, abandonando algumas peças da motocicleta.

De posse do material encontrado, foi constado que se tratava da Honda Fan, chassi: 9C2JC4110DR758252, cor vermelha. Logo em seguida a PM consegui localizar mais algumas peças da moto em uma residência, onde se encontravam; Leandro Costa, Aderilson de Souza Lopes, Jackson Pinto Oliveira. Segundo os mesmos, não foram eles os autores do roubo, que apenas receberam as peças para guardarem, e que os autores do roubo seriam, pokemon e chico, dois velhos conhecido da polícia, que até o momento não foram localizados.

Diante dos fatos, os envolvidos e os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Presidente Vargas para ser tomada às medidas cabíveis.

O jovem Antônio (foto acima), morador do Povoado Leite, saiu ontem de casa com uma mochila preta nas costas dizendo que ia para Itapecuru e até agora nunca chegou.

A família está desesperada com o desaparecimento de Antônio e está fazendo uma campanha nas redes sociais pedindo ajuda da população para ajudar em sua localização. A polícia também já foi informada.

Quem tiver notícias do jovem pode entrar em contato diretamente com a família pelos telefones (98) 991497302 ou 991196967.

Foi sepultada na manhã desta terça-feira(30), em Presidente Vargas, o jovem Diego Uchoa, 36 anos, que foi encontrado morto com cordas enroladas no pescoço e com ferimentos no corpo em uma residência, em Brasília, na noite do último sábado(27).

A família de Diego fez todo esforço para que o corpo pudesse ser transladado de Brasília até Presidente Vargas, sendo que o cadáver saiu no avião em Brasília na noite do último domingo(28), após a documentação exigida ter sido apresentada. De acordo com uma irmã, Diego estava morando lá desde de 2009.

Após chegar em São Luís, o corpo foi logo levado para o velório, em Presidente Vargas, na residência de familiares. O sepultamento aconteceu por volta das 8h, no cemitério dos Gomes.

O idoso, conhecido por “Cabra Danado”, 68 anos, morador do povoado Sororoca, na zona rural de Presidente Vargas, morreu de infarto fulminante após tentar apagar um incêndio em sua propriedade na tarde desta terça-feira (30).

De acordo com populares, “Cabra Danado”, ao vê o incêndio correu para tentar conter o fogo que se alastrava por toda a “roça”, porém acabou tendo um infarto fulminante e morreu na hora.

Presidente Vargas- A família de Natanael, de 16 anos, que mora no Assentamento Irmã Doraty, em Presidente Vargas, está buscando ajuda para o tratamento do jovem, que foi diagnosticado há pouco mais dois meses com uma doença renal crônica, e que já perdeu um dos rins.

Chamada de insuficiência renal, a doença de Natanael consiste na perda progressiva e irreversível da função dos rins, que são responsáveis por limpar o sangue, filtrando o excesso de água e resíduos quando estão sadios.

Para manter o tratamento o jovem precisa e três vezes por semana à Chapadinha para fazer hemodiálise.

A família é muito humilde e sobrevivem apenas de recursos do Bolsa Família e não tem condições de custear as despesas.

Quem puder ajudar, entrar em contato através do número: 98532-6795.

Um homem indenticado como José Santana dos Santos Carvalhos, de 49 anos, morador do povoado Bom Fim, na zona rural de Presidente Vargas, foi preso pela Polícia Militar acusado de agredir a própria mãe, de 76 anos. O fato ocorreu no último domingo(28) por volta das 15 horas.

Segundo o Boletim de Ocorrência confeccionado pelos militares, um filho da vítima foi a sede do 2º pelotão de Presidente Vargas e denunciou o irmão, que estava tentando contra a vida de sua mãe, agredindo com socos, empurrões e ameaçando com uma espingarda e uma faca.

O filho da vítima contou ainda aos policiais, que seu irmão costuma fazer uso de bebida alcóolica e, sob efeito do álcool, faz ameaças e agride não só a mãe, mas, toda família.

Após ouvir os relatos da denúncia, militares foram até o endereço do denunciado, na zona rural, e prenderam o mesmo, que foi trazido à delegacia de Presidente Vargas e em seguida encaminhado à delegacia Regional de Itapecuru, onde foi autuado com base na Lei Maria da Penha. O caso ficará na responsabilidade do delegado Dr. Samuel Murita.

Candidato à Presidência pelo PSL, o paulista Jair Bolsonaro, 63 anos, chegou neste domingo (28/10) ao 2º turno da eleição como o favorito para conquistar a faixa presidencial, segundo todas as pesquisas. Com mais de 94,44% das urnas apuradas, Bolsonaro foi, matematicamente, considerado eleito. Ele é o 1º militar eleito por voto direto em mais de 7 décadas.

O último foi Eurico Gaspar Dutra, eleito em 1942. Outros 5 militares governaram o país no período da ditadura militar (1964-1985), mas não foram eleitos pelo voto popular. Naquele período, vigorou no país 1 sistema em que 1 colégio eleitoral dominado pelos militares decidia quem comandaria o Brasil.

Natural de Campinas (SP), Bolsonaro concorre ao Planalto pela 1ª vez. Cumpre o 7º mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro. Tenta romper com a sequência de 6 pleitos vencidos por PT ou PSDB.

Em uma campanha marcada pela disputa de discursos nas redes sociais, Bolsonaro recusou os meios tradicionais de se promover durante a corrida.

Recusou ir a debates na televisão, criticou os veículos de imprensa consolidados e captou a maior parte de seus recursos por vaquinhas virtuais.

Mas a internet também foi uma pedra no sapato do candidato. Poucos dias antes do 2º turno, uma reportagem da Folha de S. Paulo afirmava que empresários pró-Bolsonaro contrataram empresas para disparar mensagens contra o PT. O militar rebateu as críticas e disse ser a maior vítima de notícias falsas.

O candidato passou o 2º turno encastelado em sua casa no Rio de Janeiro, parte por recuperação de uma facada levada durante ato de rua, parte por estratégia política.

Com 1 discurso antipetista, utilizou como slogan o “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, que mostra o tom conservador do candidato e o apelo ao público religioso, principalmente os evangélicos.

AMPANHA E REDES SOCIAIS
Bolsonaro manifestava o desejo de se candidatar ao Planalto há alguns anos. Em 2017, intensificou a busca por 1 partido que desse abrigo a essa intenção. Filiado à época ao PSC, quase fechou com o Patriota. Em março de 2018, foi para o nanico PSL.

Com recursos ínfimos da sigla e poucos segundos do tempo de televisão, o militar se movia nas redes sociais. Em janeiro deste ano, Bolsonaro já era o candidato com maior número de seguidores no Facebook e no Instagram e registrava forte crescimento.

Em vídeos curtos, a maioria com edição simples, ele compartilhava manifestações de usuários das redes e mensagens com suas opiniões.

O candidato também apostava em viagens pelo Brasil. Mesmo antes do início oficial da campanha, o capitão da reserva participava de eventos e promovia sua chegada a aeroportos pelo país, numa forma de atrair o público e depois exibir o apoio na internet.

Na busca por votos, acentuou as passagens pelo interior de São Paulo, reduto eleitoral do adversário tucano Geraldo Alckmin, e pelo Nordeste, tradicionalmente ligado a governos petistas.

Sem alianças e com desconfiança do establishment político-econômico, Bolsonaro teve dificuldades para firmar acordos com outras siglas. Contava com poucos palanques nos Estados e pouca estrutura partidária.

O militar queria o senador Magno Malta (PR) como candidato a vice. O senador não aceitou e a aliança com o PR ficou prejudicada. Outras opções, como general Augusto Heleno (PRP) e Janaína Paschoal (PSL), também não deram certo, seja por discordância das siglas ou pela recusa dos cotados à vaga.

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