A condenação do deputado federal Josimar Maranhãozinho pelo Supremo Tribunal Federal(STF) recolocou no centro do debate a forma como emendas parlamentares podem ser usadas como instrumento de pressão, barganha e captura política de recursos públicos.
Em março de 2026, a Primeira Turma do STF condenou Josimar, Pastor Gil e Bosco Costa por corrupção passiva, no caso que envolveu a cobrança de vantagem indevida para a liberação de verbas destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão, e outros.
Em São José de Ribamar, a acusação gira em torno da liberação de R$ 6,6 milhões em recursos.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República e com o entendimento vencedor no STF, houve solicitação de propina propina por Josimar Maranhãozinho vinculada à destinação das emendas para os Municípios.
Ou seja, o dinheiro saia dos cofres dos municipais para o Deputado Josimar, submetendo os municípios e os interesse da população a direcionamento indevido de valores, afetando diretamente a autonomia administrativa e a confiança da população nas instituições.
O deputado Josimar de Maranhaozinho controla atualmente 39 Municípios no Estado do Maranhão.





























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