Presidente Vargas – Um pré-candidato realizou o sorteio de uma motocicleta que acumulava mais de R$ 5 mil em débitos, incluindo pendências que colocavam o veículo sob ordem judicial de busca e apreensão, com determinação de cumprimento por força policial.
O prêmio foi entregue a um morador do povoado Areal, que acreditava receber um bem regularizado, mas acabou exposto ao risco de perder a motocicleta por causa das dívidas existentes.
Após a repercussão do caso, passou a circular a informação de que os débitos teriam sido quitados por uma empresa ligada a Tatiele Frazão, apontada como amiga do pré-candidato.
A empresa possui capital social declarado em torno de R$ 200 mil, o que levantou questionamentos entre moradores sobre a origem dos recursos e a real motivação do pagamento.
Ainda segundo relatos, o pré-candidato teria recorrido à Justiça para tentar impedir a apreensão do veículo, atitude interpretada por parte da população como uma tentativa de evitar responsabilidades relacionadas ao sorteio do bem em situação irregular.
O episódio gerou revolta e intenso debate nas redes sociais, levantando dúvidas sobre transparência, ética e possível favorecimento. Para muitos, sortear um veículo com restrições judiciais demonstra falta de compromisso com o ganhador e com a população que participou da ação.





























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