Dois homens suspeitos de envolvimento no assassinato do agente de saúde Gabriel Veras, de 38 anos, ocorrido em outubro deste ano, em Cantanhede, foram presos na manhã desta sexta-feira (6).
A operação foi realizada pela Polícia Civil, após pedidos de prisão preventiva apresentados pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA).
Os investigados foram identificados como Hian Pablo Rodrigues Caldas e Ruan Lucas Lima Sousa. As prisões ocorreram em São Luís e Cantanhede, enquanto mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em Teresina, no Piauí.
O assassinato do agente de saúde provocou grande comoção entre moradores e motivou protestos em Cantanhede. O corpo de Gabriel Veras foi encontrado no dia 18 de outubro, em uma linha férrea do município.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, acompanhadas pelo Ministério Público, os suspeitos teriam agredido Gabriel Veras antes de se dirigirem à residência dele com a intenção de matá-lo.
A apuração aponta que os envolvidos lesionaram a vítima e, posteriormente, foram até a casa dela para concluir o crime.
Diante dos elementos reunidos durante a investigação, o caso passou a ser tratado como homicídio qualificado.
O promotor de justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira, titular da Comarca de Cantanhede, solicitou à Justiça a prisão preventiva dos dois investigados, além da expedição de mandados de busca e apreensão.
Após a autorização do Poder Judiciário de Cantanhede, a Polícia Civil cumpriu os mandados nesta sexta-feira (6), com apoio do Centro de Inteligência de Segurança Pública (CISP).
A operação para investigar o homicídio em Cantanhede teve ações em três cidades de dois estados: Cantanhede: cumprimento de mandado de prisão; São Luís : cumprimento de mandado de prisão; Teresina (PI): cumprimento de mandados de busca e apreensão.
A atuação conjunta das instituições buscou garantir o cumprimento das decisões judiciais relacionadas ao crime ocorrido em outubro.
O promotor de justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira destacou a importância da atuação integrada entre o Ministério Público, a Polícia Civil e os órgãos de inteligência para o avanço das investigações.
“A audácia dos envolvidos, que, segundo as investigações, foram até a casa da vítima com o intento de terminar de matá-la, merecia uma resposta célere da Justiça”, avaliou o promotor.
A prisão preventiva dos suspeitos foi determinada pela Justiça no decorrer da investigação, sem representar condenação definitiva.





























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